PIB nominal chega a US$ 2,13 trilhões, mas crescimento trimestral segue abaixo da média global
O Brasil segue como a 10ª maior economia do mundo, segundo levantamento da Austin Rating divulgado nesta terça-feira (2/9). O resultado repete a posição registrada no final de 2024 e confirma a estabilidade do país no ranking das principais potências globais.
O Produto Interno Bruto (PIB) nominal brasileiro atingiu US$ 2,13 trilhões, dado confirmado pelo IBGE, que também apontou crescimento de 0,4% no segundo trimestre em relação aos três meses anteriores. O PIB mede o valor de todos os bens e serviços finais produzidos e é um dos principais indicadores da atividade econômica.
Comparação global
No ranking das maiores economias, os Estados Unidos permanecem na liderança, com PIB de US$ 30,51 trilhões, seguidos pela China, com US$ 19,23 trilhões, e Alemanha, com US$ 4,74 trilhões. Entre as mudanças recentes, a Índia ultrapassou o Japão, com US$ 4,187 trilhões contra US$ 4,186 trilhões do país asiático.
O Brasil aparece logo atrás do Canadá, que registrou US$ 2,126 trilhões. A melhor posição brasileira no ranking da Austin Rating foi a 7ª, mantida entre 2010 e 2014.
Desempenho trimestral discreto
Apesar da estabilidade anual, o crescimento de 0,4% no segundo trimestre colocou o Brasil na 32ª posição entre 49 países avaliados, abaixo da média global de 0,7%. A Indonésia liderou a lista trimestral, com avanço de 4,0%, seguida por Taiwan (3,1%) e Malásia (2,1%), países que registraram maior dinamismo em curto prazo.
Desafios e perspectivas
A avaliação da Austin Rating indica que, embora o Brasil mantenha posição de destaque no cenário global, o país ainda enfrenta desafios para sustentar taxas de crescimento mais robustas. Especialistas destacam a necessidade de avanços estruturais que aumentem a competitividade e promovam expansão econômica consistente nos próximos anos.


