Política e Economia

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Ministro da Fazenda destaca que a reforma, que entra em vigor em janeiro de 2026, irá transformar a produtividade e reduzir a guerra fiscal no país

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira (28), em São Paulo, que a reforma tributária em andamento no Brasil trará uma “situação nova” para o país, especialmente no que se refere à produtividade da economia. Segundo Haddad, a reforma será profunda e mudará a dinâmica do setor empresarial, onde a competição não será mais definida pelo melhor planejamento tributário, mas pela capacidade de produtividade das empresas.

De acordo com o ministro, o novo sistema tributário será digitalizado e entrará em vigor no próximo ano, em 1º de janeiro de 2026. O sistema permitirá um processo de tributação simplificado, sem a necessidade de papel, e o acompanhamento das transações será feito online, em tempo real. “A tecnologia da informação será o grande salto que o Brasil dará, como poucos países têm condição de fazer”, ressaltou.

Haddad também enfatizou que a reforma vai eliminar a guerra fiscal no Brasil, permitindo um planejamento mais eficiente tanto para o Estado quanto para as empresas. Ele acredita que o país vivenciará uma nova era em termos de gestão tributária, que contribuirá para o aumento da competitividade e do crescimento econômico.

Em sua participação no evento J. Safra Macro Day, o ministro também comentou sobre a política nacional de data centers, que será divulgada em breve e que, segundo ele, trará investimentos significativos para o Brasil. Haddad viajará para a Califórnia na próxima sexta-feira (2) para promover o plano.

Embora reconheça as turbulências externas e a incerteza econômica mundial, o ministro se mostrou otimista quanto ao crescimento do Brasil. Ele destacou a diplomacia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, segundo Haddad, tem sido fundamental para manter as portas abertas nos principais blocos econômicos globais, como Estados Unidos, China e Europa.

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