Política e Economia

Foto: Divulgação
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Empreendedores do Amazonas, Acre e Rondônia podem se inscrever até 10 de agosto para receber mentorias, consultorias e apoio comercial

Empreendedores da sociobioeconomia da Amazônia ganharam mais tempo para participar da nova chamada temática do Programa EcoAm. As inscrições foram prorrogadas até o dia 10 de agosto, ampliando a oportunidade para cooperativas, associações, agroindústrias familiares, empreendimentos comunitários e pequenos negócios do Amazonas, Acre e Rondônia. A participação é gratuita.

Os interessados podem consultar o edital e realizar a inscrição pelo site oficial do programa.

Amazonas tem vagas para três municípios

No Amazonas, a seleção contempla empreendimentos de Tefé, Uarini e Alvarães, com atuação nas cadeias produtivas da Farinha de Uarini, derivados da mandioca e do pescado, com destaque para o pirarucu manejado.

Em Rondônia, a chamada é voltada para negócios da região de Ji-Paraná ligados ao cacau, castanha-da-Amazônia e óleos vegetais. Já no Acre, podem participar empreendimentos de todo o estado que trabalhem com castanha-da-Amazônia e óleos amazônicos, como andiroba, copaíba, buriti e murumuru.

Programa oferece mentorias e acesso ao mercado

Os empreendimentos selecionados participarão da Jornada EcoAm de Desenvolvimento Comercial, que inclui mentorias, consultorias especializadas, apoio nas áreas comercial e financeira, rodadas de negócios e conexões com investidores, compradores e linhas de crédito.

Podem participar organizações com CNPJ ativo, que possuam produtos ou serviços validados, realizem vendas recorrentes — ou tenham potencial para iniciar a comercialização em curto prazo — e tenham disponibilidade para acompanhar todas as etapas do programa.

Estudo gratuito reúne oportunidades da bioeconomia

Além do processo de aceleração, o EcoAm disponibiliza gratuitamente o estudo “Bioeconomia e Territórios da Amazônia”, que apresenta informações sobre as cadeias produtivas atendidas e oportunidades de mercado para empreendedores da região.

Nas duas primeiras edições, o programa apoiou 17 negócios da bioeconomia amazônica, fortalecendo iniciativas voltadas ao uso sustentável da floresta, à geração de renda e à valorização dos territórios amazônicos.

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