Política e Economia

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

Resultado da Zona Franca até novembro também aponta aumento na geração de empregos e avanço da produção industrial

O Polo Industrial de Manaus (PIM) ultrapassou a marca de R$ 200 bilhões em faturamento antes do fim de 2025. Entre janeiro e novembro, as indústrias instaladas na Zona Franca de Manaus registraram R$ 209,48 bilhões, o que representa um crescimento de 10,42% em relação ao mesmo período de 2024. Em dólar, o faturamento chegou a US$ 37,68 bilhões.

Além do desempenho financeiro, o polo também apresentou expansão na geração de empregos. A média mensal de trabalhadores diretos em 2025, até novembro, foi de 131.444 postos, alta de 6,42% na comparação com o ano anterior. Somente no mês de novembro, o PIM contabilizou 128.222 empregos diretos.

Os setores que mais contribuíram para o faturamento no período foram o de Bens de Informática, responsável por 20,95% do total, seguido pelo segmento de Duas Rodas, com 19,87%, e o de Eletroeletrônicos, que respondeu por 17,04%. Também tiveram participação relevante os setores Químico (10,01%), Mecânico (9,07%), Termoplástico (8,77%) e Metalúrgico (7,94%).

Em relação ao crescimento percentual, os destaques ficaram com os segmentos de Vestuário e Calçados, que avançaram 45,68%, o setor Relojoeiro, com alta de 27%, e o de Duas Rodas, que cresceu 23,26% na comparação com 2024.

A produção industrial também apresentou resultados positivos. Entre janeiro e novembro, foram fabricadas quase 2 milhões de motocicletas, motonetas e ciclomotos, um aumento de 17,67% em relação ao mesmo período do ano passado. Houve crescimento ainda na produção de relógios (26,45%), condicionadores de ar (7,77%) e monitores de LCD (6,16%).

Para o superintendente da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Bosco Saraiva, os números confirmam a solidez do modelo econômico da região.

“Ultrapassar R$ 200 bilhões em faturamento e manter uma média de empregos superior a 131 mil trabalhadores demonstra a segurança e a estabilidade que o modelo Zona Franca oferece para quem investe na Amazônia”, afirmou.

Você também pode gostar

Editorias