Iniciativa oferece treinamento técnico sustentável para produtores de Iranduba e Rio Preto da Eva
O Instituto Amazônia Equatorial, com apoio da Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror), abre entre os dias 3 de fevereiro e 31 de março as inscrições para um projeto de capacitação técnica voltado a agricultores familiares dos municípios de Iranduba e Rio Preto da Eva, na Região Metropolitana de Manaus. A iniciativa integra um programa de práticas sustentáveis e tem como objetivo fortalecer a produção rural e ampliar a autonomia das famílias do campo.
O projeto busca impulsionar o desenvolvimento sustentável, promover segurança alimentar e aumentar a geração de trabalho e renda nas comunidades atendidas. As inscrições serão realizadas de forma on-line, por meio de formulário disponibilizado pelos organizadores.
De acordo com o presidente do Instituto Amazônia Equatorial, Hipérion Monteiro, o foco é qualificar agricultores das zonas rurais, criando uma cadeia de plantio sustentável que beneficie toda a comunidade. “A proposta é fortalecer a agricultura familiar com práticas adequadas à realidade local, garantindo produtividade e preservação ambiental”, destacou.
A capacitação vai atender produtores de mandioca, hortaliças, pecuária leiteira e frutas como banana, cupuaçu e açaí. O projeto também contempla associações e cooperativas agrícolas, além de mulheres e jovens rurais, com foco na autonomia econômica e na sucessão familiar.
Segundo Monteiro, o programa terá diferentes níveis de capacitação, desde cursos básicos para agricultores iniciantes até treinamentos avançados voltados a lideranças comunitárias. O cronograma prevê eventos presenciais nas comunidades, com workshops, treinamentos práticos, visitas técnicas às propriedades e oficinas temáticas para troca de experiências e planejamento da produção.
Além das atividades formativas, o projeto inclui campanhas de conscientização em rádios comunitárias, redes sociais e materiais gráficos, abordando temas como agricultura familiar, sustentabilidade e segurança alimentar. “Queremos incentivar a adoção dessas práticas no dia a dia das comunidades”, concluiu Monteiro.



