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Foto: Mário Marcelo/TV A CRÍTICA
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Secretaria afirma que ainda não há comprovação de relação entre o óbito e o vazamento no Distrito Industrial

A morte de um idoso de 67 anos que procurou atendimento médico após relatar exposição ao estireno durante o vazamento registrado no Distrito Industrial I, na Zona Sul de Manaus, está sendo investigada pelas autoridades. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM) durante coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (16).

Segundo o secretário de Estado de Saúde, Luís Alberto Saraiva, até o momento não há elementos que comprovem que o óbito tenha sido provocado pela inalação do produto químico.

O paciente, morador do Centro de Manaus, procurou atendimento após apresentar sintomas relacionados ao vazamento. No entanto, de acordo com a SES-AM, os primeiros levantamentos indicam que ele apresentava doença pulmonar crônica em estágio avançado, problemas cardíacos e outras comorbidades.

O caso foi encaminhado à Polícia Civil do Amazonas, que ficará responsável por investigar as circunstâncias da morte e verificar se existe relação entre o óbito e a exposição ao estireno.

“Isso ainda está sendo investigado, e nós passamos o caso para a Polícia Civil apurar os fatos, mas não podemos estabelecer qualquer tipo de relação entre a inalação do estireno e o evento ocorrido com esse paciente. Nós não temos como auferir uma situação de causalidade entre a doença desse paciente e a inalação ou o cheiro do gás estireno”, afirmou o secretário Luís Alberto Saraiva.

A SES-AM também atualizou o número de atendimentos relacionados ao incidente. Segundo a pasta, 107 pessoas procuraram atendimento na rede estadual de saúde após o vazamento. Deste total, 104 receberam alta médica e três permanecem internadas.

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