Ciência e Tecnologia

Foto: Milton Almeida/AM ATUAL
Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

Boletim do Serviço Geológico do Brasil aponta redução das cotas em rios do Amazonas, sem indicativos de seca fora do esperado para o período

A Bacia do Rio Amazonas entrou no período de vazante, mas os níveis dos principais rios permanecem dentro da faixa considerada normal para esta época do ano. A informação consta no 30º Boletim de Monitoramento Hidrológico, divulgado pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB).

Em Manaus, o Rio Negro apresentou redução de 30 centímetros na última semana e atingiu a cota de 27,60 metros, segundo o boletim. Nesta quinta-feira, a medição do Porto de Manaus indicou 27,49 metros.

Na calha do Rio Solimões, em Tabatinga, o nível da água recuou 42 centímetros, alcançando 6,45 metros. Em Manacapuru, a redução foi de 27 centímetros, com o rio marcando 18,37 metros.

Na Bacia do Rio Purus, a estação de Beruri registrou queda de 31 centímetros, acompanhando o comportamento do Solimões. A cota observada foi de 19,58 metros.

O Rio Madeira também apresenta tendência de vazante. Segundo o SGB, porém, a estação de Porto Velho (RO) registrou uma elevação temporária provocada pelas chuvas na parte alta da bacia. A cota na capital rondoniense foi de 7,32 metros.

No Rio Amazonas, o nível da água diminuiu 28 centímetros no município do Careiro, onde a cota atingiu 15,27 metros. Em Itacoatiara, a redução foi de 26 centímetros, com o rio chegando a 12,88 metros.

De acordo com o monitoramento, apenas a estação de Rio Branco (AC) apresenta níveis abaixo da faixa de normalidade para o período, mantendo a tendência de intensificação da vazante observada nas últimas semanas.

Em Boa Vista (RR), o Rio Branco registrou cota de 2,23 metros, após redução de 52 centímetros na última semana. Já em Caracaraí (RR), a descida foi de 72 centímetros, com o rio atingindo 3,23 metros.

Os dados utilizados no boletim são da Rede Hidrometeorológica Nacional, coordenada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e operada pelo Serviço Geológico do Brasil. Segundo o órgão, as previsões hidrológicas são elaboradas com base em modelos técnicos e podem sofrer alterações conforme as condições climáticas.

Você também pode gostar

Editorias