Trânsito e Transporte

Foto: Arquivo pessoal
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Victor Simões da Silva, de 51 anos, morreu com outra pessoa após a aeronave cair logo depois da decolagem em Orlândia, no interior paulista

O empresário amazonense Victor Simões da Silva, de 51 anos, morreu na queda de um avião de pequeno porte na tarde de sexta-feira (16), na zona rural de Orlândia, no interior de São Paulo. Ele estava na aeronave com José Ricardo Santana, que também morreu no acidente.

Natural de Manaus, Victor era formado em Administração de Empresas pela Jones College, em Miami, nos Estados Unidos. Conforme currículo apresentado à Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam) em 2022, ele tinha mais de 15 anos de experiência nas áreas administrativa, financeira e de auditoria.

A trajetória profissional incluía atuação em empresas multinacionais, experiência internacional e participação em processos de aquisições, incorporações e gestão de holdings e family offices.

Em 2022, Victor foi indicado como suplente representante da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam) no Conselho Estadual de Regulação e Controle dos Serviços Públicos.

Avião caiu após decolagem

O acidente aconteceu por volta das 17h30, logo após a decolagem da aeronave em um aeródromo de Orlândia, na região de Ribeirão Preto.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento da queda. No vídeo, o avião aparece subindo, ficando de cabeça para baixo e, em seguida, voltando à posição regular antes de perder altitude e atingir o solo.

Segundo a Prefeitura de Orlândia, o Corpo de Bombeiros socorreu o piloto e o copiloto. Os dois foram encaminhados ao Hospital Beneficente Santo Antônio, mas não resistiram aos ferimentos.

De acordo com a Polícia Civil, Victor era natural de Manaus, enquanto José Ricardo Santana era de São Paulo. Os dois haviam chegado à região por volta das 13h para participar de um evento de hipismo.

Investigação do acidente

Dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) indicavam que a aeronave estava com a situação regular. O avião era do modelo RV-7A, fabricado em 2011.

O Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) foi acionado para apurar as circunstâncias da queda. A perícia da Polícia Civil também esteve no local, que foi preservado para os trabalhos de investigação.

Os corpos das vítimas seriam encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) de Franca, no interior de São Paulo. As causas do acidente ainda serão investigadas pelos órgãos responsáveis.

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