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Foto: Divulgação
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Moradores da comunidade Prainha, em Careiro da Várzea, denunciam desmoronamentos nas margens do rio, suspeita de contaminação da água e riscos para residências próximas à área dos serviços

A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) instaurou um procedimento para investigar possíveis danos ambientais provocados por serviços de dragagem no rio Solimões, nas proximidades da comunidade Prainha, em Careiro da Várzea, na Região Metropolitana de Manaus. Moradores denunciam desmoronamentos nas margens do rio, suspeita de contaminação da água por óleo e riscos estruturais para casas localizadas na área.

Segundo os relatos encaminhados à Defensoria, os trabalhos teriam começado sem aviso prévio à comunidade. A população também demonstrou preocupação com os possíveis impactos da operação sobre o meio ambiente e a segurança dos moradores.

Diante das denúncias, a DPE-AM enviou um ofício ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) para solicitar informações sobre a existência de licença ambiental e a regularidade técnica da dragagem.

O órgão também pediu uma avaliação dos riscos para as famílias que vivem nas proximidades e sugeriu a suspensão temporária dos serviços até que as condições legais e ambientais da atividade sejam esclarecidas.

Vacinação contra sarampo é intensificada na tríplice fronteira

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) intensificou a vacinação contra o sarampo em municípios da região de fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru. A mobilização contempla Tabatinga, Benjamin Constant, Santo Antônio do Içá e São Paulo de Olivença.

A campanha é direcionada a pessoas de 6 meses a 50 anos, independentemente do histórico vacinal. A programação prevê um Dia D de vacinação em 7 de novembro.

A orientação da autoridade estadual de saúde é que os moradores procurem as unidades de atendimento para receber a dose indicada e manter a caderneta de vacinação atualizada.

Estiagem afeta 146 mil famílias no Amazonas

A estiagem já atingiu cerca de 146 mil famílias no Amazonas, segundo boletim divulgado pelo Governo do Estado. Ao todo, 47 municípios estão em situação de emergência e outros 15 permanecem em estado de alerta devido à redução do nível dos rios.

Entre as cidades em situação de emergência estão Manacapuru, Manaquiri, Parintins, Maués, Tefé, Lábrea e Boca do Acre. Manaus está na lista dos municípios em estado de alerta.

O levantamento também aponta problemas na qualidade do ar em diferentes regiões do estado. No último domingo, Parintins registrou índice classificado como péssimo, situação que representa risco à saúde da população, especialmente de crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.

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