Corpo de Bombeiros registra média de 5,3 ocorrências diárias entre vegetação e lixeiras clandestinas
Entre os dias 21 e 30 de julho, o Corpo de Bombeiros do Amazonas atendeu 53 ocorrências de incêndio em vegetação urbana e em lixeiras clandestinas espalhadas por toda a cidade, o que representa uma média de 5,3 casos por dia.
As chamas foram registradas em bairros como Novo Aleixo, Nova Cidade, Nova Esperança, Distrito Industrial e Tarumã. Houve também chamadas em Parque Dez, Petrópolis, Bairro da Paz, Alvorada, Cidade de Deus, Lírio do Vale, Lago Azul, Planalto, São Geraldo, Adrianópolis, Centro, Compensa, Santa Etelvina, Jorge Teixeira, Morro da Liberdade, Vila da Prata e Parque das Laranjeiras.
“Estamos entrando no período mais intenso da estiagem. Nos últimos dez dias foram 50 ocorrências de fogo em vegetação só na cidade de Manaus. Teve um dia em que nós atendemos 12 ocorrências relacionadas a fogo em vegetação”, afirmou o coronel Orleilso Muniz, comandante-geral do Corpo de Bombeiros.
O dia 29 de julho foi o que registrou o maior número de acionamentos: 12 ocorrências, durante madrugada e tarde. O segundo maior volume ocorreu em 30 de julho, com 10 atendimentos. No total, o turno da tarde concentrou 29 combates a incêndios, seguido pela manhã (15) e noite (14).
O comandante-geral alerta para os riscos de se atear fogo em terrenos baldios ou em resíduos domésticos: “É muito importante que as pessoas não ateiem fogo em terrenos baldios. Se você vai recolher o seu lixo que está no quintal, coloque-o à disposição do serviço público para recolhimento. Atear fogo é crime ambiental. Em caso de incêndio, a população deve acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo número 193”.
A Defesa Civil e as equipes da Secretaria Executiva de Proteção e Defesa Civil Municipal (Sepdec) permanecem em prontidão, com monitoramento constante dos pontos críticos, e reforçam o pedido de colaboração dos moradores para prevenção de novos focos.
A Prefeitura de Manaus também reforça as campanhas de conscientização e a limpeza urbana, visando minimizar o acúmulo de lixo e reduzir o risco de queimadas durante o período de seca.



