Maior encontro gastronômico da região Norte retorna a Manaus com 45 estandes sustentáveis e programação diversificada
A Feira Internacional de Gastronomia Amazônica (FIGA) será realizada nos dias 3, 4 e 5 de outubro de 2025, no Centro de Convenções Vasco Vasques. Com o tema “O grande mercado Amazônia”, o evento destaca a diversidade produtiva da floresta por meio da culinária, consolidando-se como o principal ponto de encontro de chefs, produtores e empreendedores da região Norte.
A organização projeta receber mais de 15 mil visitantes presenciais, gerar cerca de 700 empregos temporários e movimentar R$ 10 milhões na economia local. Além de fomentar grandes negócios, a FIGA busca impulsionar iniciativas de pequenos produtores, artesãos e empreendedores criativos, fortalecendo cadeias produtivas sustentáveis.
“A FIGA não é só o principal evento da Abrasel neste ano, mas o principal evento da alimentação fora do lar na Amazônia. Ela vem referendar a gastronomia amazônica como vetor de turismo, sustentabilidade, negócios e até do nosso Distrito Industrial. A FIGA também chancelará Manaus na disputa pelo Selo de Gastronomia Criativa da Unesco”, afirma Franco Andrade, presidente da Abrasel Amazonas.
A edição 2025 contará com 45 estandes construídos em materiais sustentáveis e uma programação diversificada:
- Aulas-show e palestras com chefs nacionais e locais
- Oficinas práticas de técnicas amazônicas
- Praça de alimentação com cardápios regionais
- Sala de negócios para rodadas de parceria e acesso a crédito
- Espaço kids com oficina para mini-chefs
- Mercado hortifruti e artesanato típico
- Ações de cooperativismo e fomento ao empreendedorismo
Desde sua criação em 2015 pela Abrasel Amazonas, a FIGA já impactou mais de 50 mil pessoas, reuniu 400 expositores e gerou 2 mil empregos temporários na região.
Os eventos anteriores contribuíram para um aumento de 30% na demanda por produtos amazônicos e elevaram em 40% a visibilidade da gastronomia regional na mídia nacional.
Em 2025, a feira reforça o papel da culinária local como patrimônio imaterial, buscando conectar saberes tradicionais a novos mercados e consolidar a gastronomia amazônica como ferramenta de desenvolvimento socioeconômico.



