Trânsito e Transporte

Foto: Matheus Castro/g1 AM
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Torquato Tapajós, Cosme Ferreira, Brasil e Avenida das Torres lideram ranking de fatalidades em 2025; maioria dos acidentes envolve motociclistas

As avenidas Brasil, Cosme Ferreira, Torquato Tapajós e Governador José Lindoso (Avenida das Torres) registraram o maior número de mortes no trânsito em Manaus no primeiro semestre de 2025. Cada uma dessas vias contabilizou seis vítimas fatais entre janeiro e junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (4) pelo Instituto Municipal de Mobilidade Urbana (IMMU).

Outras vias que também preocupam são a Djalma Batista e a Rodrigo Otávio, com cinco vítimas cada, além da Autaz Mirim e Coronel Teixeira, com quatro mortes cada.

No total, 142 pessoas perderam a vida no trânsito da capital amazonense nos primeiros sete meses deste ano — uma redução de 31 mortes em relação ao mesmo período de 2024, quando foram registrados 173 óbitos.

Motociclistas ainda lideram os acidentes fatais

Mesmo com a queda nos números, os motociclistas continuam sendo as principais vítimas. Em 2025, foram 67 mortes envolvendo motos, contra 82 no ano anterior, o que representa uma redução de aproximadamente 18%. As avenidas de maior fluxo e velocidade, como a Torquato Tapajós e a Avenida das Torres, seguem entre os principais cenários desses acidentes.

Fins de semana e noites concentram mais ocorrências

As estatísticas do IMMU também revelam que a maioria das mortes ocorre durante a noite e nos fins de semana, períodos marcados por maior consumo de álcool e excesso de velocidade.

Avaliação

Para o diretor-presidente do IMMU, Arnaldo Flores, a queda nos números é reflexo de ações contínuas de fiscalização, engenharia de tráfego e campanhas educativas.

“Cada vida preservada é uma vitória do trabalho sério e planejado que estamos desenvolvendo. Com a ampliação da fiscalização eletrônica, melhorias na sinalização e educação permanente para condutores e pedestres, conseguimos alcançar uma redução importante, mas seguimos trabalhando para que esses números continuem caindo”, afirmou.

Mesmo com os avanços, o IMMU reforça a necessidade de atenção redobrada dos condutores, principalmente nas vias que registram maior número de ocorrências.

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