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Foto: Divulgação
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Evento gratuito reúne 29 filmes e debates sobre questões ambientais e culturais; seis produções são do Amazonas

Manaus — A 2ª edição da Ecoa – Mostra Socioambiental de Cinema de Manaus acontece de sexta‑feira (22) a domingo (24), com entrada gratuita. A programação reúne 29 filmes, sendo três longas‑metragens e 26 curtas, incluindo seis produções do Amazonas ou dirigidas por cineastas amazonenses.

Idealizada pela produtora duplofilme e pela OCA Amazônia, a mostra será realizada em dois espaços culturais no Centro da capital.

Programação

  • Abertura: sexta‑feira (22), às 18h, no Cineteatro Guarany, na Villa Ninita, anexa ao Palácio Rio Negro (Av. Sete de Setembro).
  • Exibições: sábado (23) e domingo (24), no Teatro Gebes Medeiros (Av. Eduardo Ribeiro, nº 937).
    • Sábado: sessões às 16h, 17h30 e 19h15.
    • Domingo: sessões às 15h, 16h35 e 18h15.
      Cada sessão será seguida de debates curtos.

Filmes selecionados

Longas:

  • Do Colo da Terra (Renata Meirelles e David Vêluz)
  • Mato (Severino Neto)
  • Xingu, nosso rio sagrado (Angela Gomes)

Curtas: 26 produções de diferentes regiões do Brasil, entre elas Mulheres que sustentam a Amazônia (Victor Rosalino), Praça Amazonas (Ramiro Quaresma), Uma menina, um rio (Renata Martins Alvarez) e Visagens e Visões (Rod Rodrigues).

Protagonismo amazônida

A mostra foi contemplada pelo Edital da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, executado pela Prefeitura de Manaus e pelo Concultura, com recursos do Ministério da Cultura.

Segundo os organizadores, o evento busca fortalecer o protagonismo dos povos amazônidas e promover encontros entre diferentes territórios e narrativas.

“A ECOA surge da vontade de aproximar cinema, arte, política e questões socioambientais, fortalecendo reflexões sobre território, memória, crise climática e formas de resistência”, afirmou o roteirista Henrique Amud, fundador da duplofilme.

Para a gestora de projetos socioambientais Shalimar Lima, valorizar o cinema produzido na região Norte amplia a representação da Amazônia a partir do olhar de quem vive no território.

Com diversidade de obras e debates, a Ecoa se consolida como espaço de reflexão e intercâmbio cultural, reforçando a Amazônia como centro de produção artística e socioambiental.

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