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Foto: Divulgação/Semulsp
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Somente em julho, operação da Semulsp recolheu 257,6 toneladas de resíduos. No acumulado do ano, volume retirado já ultrapassa 2 mil toneladas

A Prefeitura de Manaus retirou 257,6 toneladas de resíduos da orla do rio Negro e de comunidades da zona rural durante o mês de julho. O material foi transportado neste domingo (2) em uma operação de transbordo realizada pela Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), que levou os resíduos até o Aterro Sanitário Municipal para destinação final.

De acordo com a Semulsp, entre janeiro e julho deste ano foram retiradas 2.026 toneladas de lixo dessas áreas, resultado do trabalho contínuo de limpeza realizado na orla urbana, nos igarapés e nas comunidades ribeirinhas.

Segundo o secretário municipal de Limpeza Urbana, Sabá Reis, a ação faz parte da estratégia da prefeitura para ampliar a conservação ambiental e manter os rios e igarapés livres de resíduos.

“Somente nos primeiros sete meses do ano, já retiramos mais de duas mil toneladas de resíduos. Esse resultado mostra a dedicação dos nossos garis e o compromisso da Prefeitura de Manaus com a preservação ambiental e com a qualidade de vida da população”, afirmou.

O secretário destacou ainda a importância das ecobarreiras instaladas nos igarapés da capital, estruturas que impedem que parte dos resíduos descartados irregularmente alcance o rio Negro.

“As ecobarreiras retêm quase metade do lixo que é jogado de forma irregular e que, sem essa proteção, chegaria ao rio Negro. Elas são fundamentais para o trabalho de limpeza, mas não resolvem o problema sozinhas. Precisamos da colaboração da população para evitar o descarte irregular de resíduos”, disse.

Entre os materiais recolhidos estão garrafas plásticas, embalagens, sacolas, móveis, eletrodomésticos, pedaços de madeira e outros objetos levados pelas chuvas até os igarapés e, posteriormente, ao rio Negro.

Após a coleta, os resíduos permanecem armazenados em balsas e, posteriormente, são transferidos para caminhões que realizam o transporte até o aterro sanitário. A operação também permite liberar as embarcações para a continuidade dos serviços de limpeza nas áreas de difícil acesso da capital.

Segundo a prefeitura, além de preservar a paisagem, a retirada dos resíduos contribui para reduzir impactos ambientais, proteger a fauna aquática e diminuir o risco de obstrução dos cursos d’água, fator que pode agravar alagamentos durante o período chuvoso.

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