Mercado reage a crise comercial entre potências, e ações da Usiminas e Casas Bahia amargam maiores perdas do dia
O principal índice da bolsa de valores brasileira, o Ibovespa, encerrou a última sessão próximo dos 129 mil pontos. O número representa o desempenho médio das ações mais negociadas na B3, a bolsa de valores do Brasil. Ou seja, é um termômetro do humor dos investidores sobre o mercado financeiro.
A queda do índice refletiu o impacto de novos episódios da guerra tarifária entre Estados Unidos e China, que voltou a preocupar investidores de todo o mundo. Desta vez, o governo chinês ordenou que companhias aéreas do país não façam novas compras de aviões da fabricante americana Boeing, o que gerou críticas do ex-presidente Donald Trump.
📈 Altas e baixas do pregão
Mesmo com o cenário internacional turbulento, algumas empresas se destacaram positivamente. As ações da Meliuz, empresa de cashback, subiram 18,10%, e as do Banrisul, banco estadual do Rio Grande do Sul, registraram alta de 13,29%.
Na outra ponta, os papéis da Usiminas, do setor siderúrgico, tiveram queda de 18%, e os da Casas Bahia, do varejo, recuaram 11,45%, sendo as maiores perdas do dia.
💸 Volume negociado
O volume total movimentado no pregão foi de R$ 20,5 bilhões. Esse dado mostra quanto dinheiro foi trocado em compras e vendas de ações durante o dia – um indicador importante da liquidez e da atividade na bolsa.
📊 Para que serve o Ibovespa?
O Ibovespa é usado para acompanhar o comportamento do mercado brasileiro e também como referência para investidores tomarem decisões. Quando o índice sobe, indica otimismo; quando cai, revela cautela ou pessimismo com o cenário econômico.
Todas as informações podem ser consultadas no site oficial da B3 (www.b3.com.br).



