Reunião na FCE Pharma discutiu incentivos, logística e diversificação da matriz industrial
São Paulo — A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) deu mais um passo para fortalecer a indústria farmacêutica no Polo Industrial de Manaus (PIM). Em reunião realizada nesta terça-feira (2), durante a feira FCE Pharma, representantes da Brainfarma, da New Pack Soluções Industriais e da Vinci Airports alinharam estratégias para a implantação da farmacêutica na Zona Franca e para melhorias no ambiente de negócios e logística do setor.
Projeto da Brainfarma
A Brainfarma, uma das maiores fabricantes de medicamentos do Brasil, já possui projetos aprovados pelo CAS e pelo Codam para iniciar operações em Manaus. A empresa, que tem unidades em Anápolis (GO) e Barueri (SP), atua fortemente em pesquisa, desenvolvimento e produção de medicamentos.
Parceria com a New Pack
Para viabilizar a instalação, a Brainfarma firmou parceria com a New Pack Soluções Industriais, especializada em montagem industrial e automação. Segundo o CEO Márcio Couto, a reunião ampliou o entendimento sobre logística regional e os benefícios da Zona Franca:
“O objetivo é garantir que a empresa seja cada vez mais competitiva tanto no mercado nacional quanto no cenário regional da Zona Franca.”
Apoio logístico da Vinci Airports
A Vinci Airports apresentou soluções estratégicas para transporte de insumos e distribuição de produtos farmacêuticos, reforçando o papel da infraestrutura aeroportuária na eficiência operacional das empresas do PIM.
Diversificação industrial
O superintendente da Suframa, Leopoldo Montenegro, destacou que a expansão da indústria farmacêutica representa um passo importante para diversificar a matriz industrial da Zona Franca:
“A experiência da Brainfarma, responsável pela geração de milhares de empregos em suas unidades no país, reforça o potencial de Manaus para se consolidar como polo tecnológico também em segmentos de alta complexidade.”
Com a entrada da indústria farmacêutica, o Polo Industrial de Manaus amplia sua atuação além dos tradicionais setores de eletroeletrônicos, duas rodas e bens de informática, abrindo espaço para investimentos em saúde, geração de empregos qualificados e inovação tecnológica.



