Turismo

Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

A liberação do pouso está condicionada ao cumprimento de melhorias estruturais em andamento no aeroporto

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) suspendeu, na noite desta quarta-feira (24), a medida cautelar que proibia o pouso de aeronaves com motores a reação (turbojato) no Aeroporto Júlio Belém, em Parintins. A decisão é um marco para a cidade, que enfrentava desafios desde dezembro de 2024, quando a restrição foi imposta. A liberação é resultado direto de esforços coordenados pela gestão municipal e ações técnicas que atenderam às exigências da ANAC.

O prefeito Mateus Assayag, que liderou uma força-tarefa técnica, institucional e política, comemorou a conquista. “É uma conquista gigante para nossa cidade, para o nosso festival e para o nosso governo municipal. Houve muito esforço, muito diálogo, relacionamento técnico e político, investimento financeiro da Prefeitura e comprometimento da equipe”, afirmou.

A mobilização contou com o apoio de senadores Eduardo Braga e Omar Aziz, do deputado federal Saullo Vianna, da deputada estadual Mayra Dias, além de órgãos aeronáuticos como o Cindacta IV, a COMARA e o Estado-Maior da Aeronáutica.

A liberação do pouso está condicionada ao cumprimento de melhorias estruturais em andamento no aeroporto. A Prefeitura de Parintins já iniciou o recapeamento de 600 metros da pista de pouso e decolagem, revitalizou a área de segurança e investiu em equipamentos essenciais. Além disso, a sinalização horizontal da área de intervenção também será restaurada.

Outros serviços previstos incluem a manutenção da cerca operacional, sistemas de balizamento noturno e serviços auxiliares visuais, além da construção de uma nova guarita de segurança no acesso ao aeroporto.

O prefeito Assayag também destacou a importância da retomada da conectividade aérea: “Nosso compromisso é manter o aeroporto funcionando com segurança o ano todo. Já iniciamos as tratativas com a Azul Linhas Aéreas para a retomada dos voos comerciais de grande porte. Parintins merece essa conectividade aérea permanente.”

Você também pode gostar

Editorias