Aumento de quatro centavos por litro entrou em vigor nesta sexta-feira e pode refletir no valor cobrado ao consumidor nos postos de combustíveis
A Petrobras anunciou um reajuste no preço da gasolina A vendida às distribuidoras de combustíveis. O aumento, de quatro centavos por litro, passou a valer nesta sexta-feira e elevou o preço médio do combustível de dois reais e cinquenta e sete centavos para dois reais e sessenta e um centavos por litro.
Segundo a estatal, o reajuste faz parte da política de preços adotada pela companhia e acompanha as condições do mercado de combustíveis.
A Petrobras informou que o impacto ao consumidor será amenizado por medidas adotadas pelo governo federal. De acordo com a empresa, o reajuste efetivo seria de quarenta e oito centavos por litro, mas uma subvenção econômica prevista em normas federais reduz esse impacto em quarenta e quatro centavos.
A gasolina comercializada pela Petrobras corresponde à chamada gasolina A, que posteriormente recebe a mistura obrigatória de trinta por cento de etanol anidro para formar a gasolina C, produto vendido nos postos de combustíveis em todo o país.
Além do valor repassado pelas refinarias, o preço final pago pelos consumidores também inclui impostos federais e estaduais, custos de distribuição, transporte e as margens de comercialização das distribuidoras e revendedoras.
Com o novo reajuste, a participação da Petrobras na composição do preço final da gasolina passa de um real e oitenta centavos para um real e oitenta e três centavos por litro.
Apesar do aumento, a estatal afirma que o preço atual da gasolina permanece abaixo dos níveis registrados no fim de 2022. Segundo a empresa, o valor praticado atualmente é cerca de vinte e sete por cento menor quando comparado ao período.
O reflexo do reajuste nos postos dependerá da política de preços adotada por distribuidoras e revendedores, podendo variar de acordo com a região do país e os custos operacionais de cada mercado local.



