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Foto: Arquivo Pessoal/Patrícia Queiroz
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Doença viral é altamente contagiosa e afeta principalmente crianças menores de cinco anos; prevenção e higiene são essenciais

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas – Dra. Rosemary Costa Pinto (FVS-RCP), vinculada à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (SES-AM), reforça as orientações preventivas contra a doença mão-pé-boca, infecção viral contagiosa que atinge, principalmente, crianças menores de cinco anos.

A doença, com duração média de uma semana, pode ser transmitida pelo contato direto com secreções nasais e orais, fluido de bolhas na pele e fezes de pessoas infectadas. Objetos contaminados, como brinquedos e superfícies, também podem disseminar o vírus, assim como indivíduos assintomáticos, incluindo adultos.

Segundo a diretora-presidente da FVS-RCP, Tatyana Amorim, “é necessário ter atenção redobrada na educação infantil, especialmente em ambientes coletivos, como creches e escolas”.

Identificação rápida

A publicitária Patrícia Lima, de 22 anos, contou que percebeu os primeiros sinais da doença em seu filho Alexander Noah Garcia, de 1 ano e 3 meses, quando surgiram bolhas nas mãos e nos pés. “No começo, achamos que era picada de mosquito, mas depois as bolinhas começaram a aumentar. Levamos ao pediatra e foi diagnosticado com a síndrome”, relatou.

A coordenadora do Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde (CIEVS), Roberta Danieli, orienta que crianças com sinais como febre, aftas, lesões nas mãos e pés e dificuldade para engolir alimentos não devem frequentar a escola, e que os responsáveis devem buscar atendimento médico. “Essa resposta ágil reduz o risco de transmissão e protege outras crianças e famílias”, afirmou.

Prevenção

A prevenção está associada a medidas de higiene simples: lavar as mãos, higienizar superfícies e objetos, cobrir nariz e boca ao espirrar, afastar crianças doentes do convívio escolar até a cicatrização das lesões e evitar compartilhar talheres, copos ou mamadeiras.

Tratamento

O tratamento é sintomático, focado no alívio dos sintomas, pois não existe medicamento específico para o vírus. Nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs), os profissionais indicam antitérmicos, analgésicos, hidratação adequada e, em alguns casos, anestésicos tópicos. Em situações mais graves, como febre persistente, desidratação ou convulsões, o paciente deve ser encaminhado a hospitais infantis, SPAs ou UPAs.

Para mais informações, a imprensa pode entrar em contato com a Assessoria de Comunicação da FVS-RCP: Maíra Pessoa Fragoso (3182-8523 / 98403-8627) e Girlene Medeiros (98103-6963).

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