Política e Economia

Foto: Divulgação/Seas
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Auxílio Estadual e Prato Cheio garantem dignidade a milhares de famílias no Amazonas e fortalecem a segurança alimentar

O Brasil saiu novamente do Mapa da Fome, conforme anúncio feito pela Organização das Nações Unidas (ONU), na segunda-feira (28/07). Segundo a organização, menos de 2,5% da população brasileira está em risco de subnutrição — índice que retira o país da zona de insegurança alimentar grave.

No Amazonas, programas como o Auxílio Estadual e o Prato Cheio, desenvolvidos pelo Governo do Estado, têm sido fundamentais para garantir alimentação digna e de qualidade a milhares de famílias em situação de vulnerabilidade. As iniciativas são executadas pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Combate à Fome (Seas).

Transferência de renda e refeições acessíveis

Criado em 2021, o Auxílio Estadual é o maior programa de transferência de renda da história do Amazonas. Atualmente, atende 300 mil famílias, com repasse mensal de R$ 150, valor que pode ser utilizado na compra de alimentos e itens de necessidade básica. Por ano, são investidos R$ 540 milhões no programa.

Já o Prato Cheio oferece refeições nutritivas e balanceadas a preços acessíveis ou de forma gratuita. Em restaurantes populares, os pratos são vendidos por apenas R$ 1. As cozinhas populares distribuem sopas gratuitamente. Todas as refeições são elaboradas com acompanhamento nutricional.

Ao todo, o programa conta com 44 unidades no estado – sendo 26 no interior e 18 na capital. Só em 2025, mais de 2 milhões de refeições já foram servidas.

Combate à fome como política pública

Para a secretária da Seas, Kely Patrícia, a saída do Brasil do Mapa da Fome é reflexo da atuação dos estados em políticas públicas de segurança alimentar.

“É uma excelente notícia e reflete o trabalho desempenhado pelo Governo do Amazonas no combate à fome. Isso significa que os programas têm cumprido o seu objetivo. Nosso trabalho é para que cada vez mais pessoas tenham acesso à alimentação de qualidade, nutritiva e variada”, afirmou a secretária.

O Mapa da Fome é uma das principais ferramentas da ONU para monitorar o acesso da população mundial à alimentação adequada. A nova classificação do Brasil, fora da zona crítica, aponta o impacto positivo de programas sociais focados na garantia da segurança alimentar e no enfrentamento à pobreza.

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