Trânsito e Transporte

Foto: Divulgação
Facebook
Twitter
LinkedIn
WhatsApp

Ministro Silvio Costa Filho reforça política de expansão das Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte no interior do Amazonas

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, esteve nesta segunda-feira (29) em municípios do interior do Amazonas para reforçar a política de expansão das Instalações Portuárias Públicas de Pequeno Porte (IP4). Em Envira, inaugurou o novo porto da cidade, enquanto em Eirunepé participou da apresentação do projeto de modernização do terminal hidroviário local.

A obra em Envira, executada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), recebeu investimento de R$ 37,6 milhões. O município, com 17,1 mil habitantes e sem acesso rodoviário, depende exclusivamente da navegação fluvial para transporte de passageiros, alimentos, medicamentos e bens essenciais. O novo porto garante embarque e desembarque seguros em períodos de cheia e vazante, reduz custos logísticos, amplia o escoamento da produção agrícola e do pescado e assegura o fornecimento de insumos básicos de forma contínua.

Em Eirunepé, com população estimada em 33,1 mil habitantes, o ministério apresentou o projeto para a construção de um IP4 moderno, também sob responsabilidade do Dnit. O investimento previsto é de R$ 2 milhões e está em fase de preparação para licitação. Localizado em uma cidade cuja economia tem base na agropecuária — responsável por quase metade do PIB municipal — e sem ligação por rodovias, o novo porto será essencial para o transporte de mercadorias, passageiros e insumos.

“Com os investimentos que estamos realizando em Envira e em Eirunepé, reafirmamos o compromisso do Governo Federal em garantir segurança, reduzir desigualdades e integrar os municípios do interior do Amazonas por meio da navegação interior”, afirmou o ministro Silvio Costa Filho.

O ministro destacou ainda que a política de construção e modernização dos IP4 faz parte de um esforço mais amplo do governo em oferecer soluções logísticas sustentáveis para a Amazônia, fortalecer a indústria naval regional e promover maior integração entre municípios que dependem das hidrovias.

Você também pode gostar

Editorias